Durante visita ao município de Santana do Ipanema, no Médio Sertão de Alagoas, o vereador Leonardo Dias acompanhou de perto a realidade do Hospital Regional Dr. Clodolfo Rodrigues.
A ida de Leonardo ao Sertão faz parte do projeto “Correndo por Alagoas”, iniciativa em que ele percorre cidades para ouvir diretamente a população sobre as principais queixas contra o poder público. Em Santana, o foco foi a estrutura do hospital, que atende pacientes de todo o Médio Sertão.
Em vídeo publicado em suas redes sociais, Leonardo voltou a criticar o funcionamento da rede pública de saúde no interior de Alagoas. Durante a passagem pelo município, o vereador responsabilizou a gestão do governador Paulo Dantas pelo problema recorrente nos hospitais regionais do estado.
“A saúde de Santana do Ipanema está no limite. Eu recebi diversas reclamações sobre um problema que se repete em todo o nosso estado: os hospitais regionais do governo Paulo Dantas”, afirmou.
Segundo Dias, a unidade não consegue dar conta da demanda. Além disso, ele destacou a dependência de moradores de cidades vizinhas.
“Aqui em Santana, a situação do hospital regional merece nossa atenção. Esse hospital deveria atender todo o Médio Sertão, mas o que a população relata são pacientes esperando horas, gente sendo colocada nos corredores, casos urgentes demorando mais do que deveriam. Pessoas de cidades como Olho d’Água das Flores e Dois Riachos dependem desse hospital. São quilômetros de estrada para chegar aqui e encontrar um sistema que já está no limite.”
Leonardo afirmou que o cenário se repete em outras regiões. Ele já visitou outras unidades da rede estadual, como o Hospital Geral do Estado e o Hospital Metropolitano de Alagoas, além do Hospital Regional da Mata, do Hospital Regional do Norte, do Hospital Regional de Palmeira dos Índios e do Hospital Regional do Agreste. Em Maceió, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) também entram com frequência no roteiro de visitas.
“Há pacientes aguardando cirurgia e uma estrutura que não acompanha a demanda. Infelizmente, isso não é um caso isolado. Da capital ao Sertão, do litoral norte ao sul, a situação se repete, e não vemos o governo agir com a urgência que o problema exige.”
Ao final, ele reforçou o tom da cobrança: “A saúde não pode funcionar assim! A responsabilidade do governo é garantir que esse atendimento funcione de verdade. Quem precisa de saúde não pode esperar.”



